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Sétimo Dia
 
Os Marcadores Do Tempo: Sol E Lua...

O maior para governar o dia, e o menor para governar a noite.

Vivemos num mundo em que sinais têm marcado grandes acontecimentos.
Após o dilúvio, o Altíssimo disse que não destruiria mais a terra com água. O Eterno providenciou um sinal no céu ao qual deu o nome de Arco Celeste Gên. 9:8-19, por gerações perpétuas. Também Cristo deu sinais que distinguiriam a sua volta. Os apóstolos mostraram, por exemplo, que haveria sinais, como a apostasia. (II Tes. 2: 1 -3). Ou mesmo a restauração (Atos 3:21).

O sábado na história, tem um sinal que o distingue, veja na citação da seguinte obra: “... remota do tempo em que os semitas ainda eram pastores nômades, cujas caminhadas eram determinadas pelas fases da LUA. Esses dados parecem justificar a conclusão de que o sábado, como modo correto de satisfazer a necessidade humana de descanso periódico, deve sua origem ao fato de que começou a dar valor absoluto ao caráter periódico da CELEBRAÇÃO das quatro FASES DA LUA”  Dic. Enc. Da Bíblia – A. Vam Don Born pág. 1340 – Sábado; Dentro destes fatos vemos que os filhos do patriarca Sem, não eram pagãos, pelo contrário, filhos da promessa (Gên. 9:26-27).  E eles observavam o calendário lunar, isto é; observavam o sábado no final de cada fase da lua.

Dentro dos registros sagrados encontramos os luzeiros sol, lua e estrelas servindo de sinal para a humanidade. “Disse o Altíssimo: Haja luzeiros no firmamento dos céus, para fazerem separação entre o dia e a noite; e sejam eles para sinais, para estações, para dias e anos”(Gen. 1:14). Algumas versões traduzem este texto citado, os luzeiros servem de sinal para as festas. E o sábado é a primeira festa mencionada em Levíticos 23:3.

Em Gênesis 1:14 temos o mandamento do Eterno estabelecido, sem precisar do testemunho do astrônomo para saber se o sábado está no ciclo certo. Isto porque, basta olhar para o céu este astro iluminado (lua), nos serve de sinal para o inicio da semana. Este astro o homem não consegue alterar porque o Eterno nos deu como sinal marcador do tempo (Salmo 104: 19).

REFORMA DO CALENDÁRIO

O ser humano sempre teve tendência ao erro, e o Salvador mostrou isto quando disse: “Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela” (Mateus 7:14).

Reformas sempre existiram, inclusive nos calendários:
“Lua, medida de tempo. A primeira medida de tempo foi para o homem a lua com o seu ciclo de fases, sempre recomeçando e sempre constantes. Mês tem relação etimológica com a palavra lua. No AT e NT a função da lua como medida de tempo ainda era primária (Gên. 1: 14 Sal 104: 19 Eclesiástico 43: 6) o começo dos meses, o calendário das festas e a estrutura do ano estavam ligados às fases da lua. Do outro lado houve em Israel uma tendência em favor do ano solar dividindo os em meses sem levar em conta a fase da lua” Dicionário Enciclopédia da Bíblia Ed. Vozes A. Van. Den. Born. Pág 901. A esta tendência em abandonar o calendário lunar, chamaremos de apostasia de Israel. Coisas que as histórias não gostam de relatar, e quem está acostumado a ler somente catecismo desconhece estas coisas. Astrônomos e pesquisadores denominacionais dizem desconhecer o Sábado lunar na história, é tendência de Israel pelo ano solar sem levar em conta as fases da lua.

O por que de não crermos ou aceitarmos as reformas?
Resposta: O calendário e sua reforma para o mundo civil têm o seu lugar na história. Como se crê, o mais antigo é o de Rômulo cuja origem é romana. Mais tarde no ano 45 A. C foi feita uma reforma por Júlio César e em 1582 mais uma vez sofre outra reforma e agora pelo papa Gregório XIII. Calendário este em uso até o dia presente.
O calendário gregoriano é solar, e cuja origem é egípcia. O calendário instituído em Roma, por Júlio César, reformado mais tarde pelo papa Gregório XIII e atualmente adotado por quase todos os povos, é do tipo solar, de origem egípcia. Enc. Mirador Internacional – página 1924 Item 7.3. se o mesmo é de origem pagã e sem respaldo bíblico.

NO RELATO DA CRIAÇÃO OBSERVAMOS.

Gênesis 1:1a 5 “Eis a origen dos céus e da terra, quando foram criados”. No dia em que o Altíssimo fez a terra e os céus.”
“No princípio criou o Eterno os céus e a terra.
A terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo, mas o Espírito do Altíssimo pairava sobre a face das águas.”(gelo) GÊNESIS 1:1 e 2
Observamos que no principio o Eterno criou os CÉUS e a TERRA.
A terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo.
Neste principio foram criados planetas bem como SOL, LUA, ESTRELAS, TERRA e AGUAS.

VAMOS FALAR SOBRE A LUZ X CALOR DO SOL

Só que como não havia a luz do sol esta água de que fala o capítulo um versículo dois de Gênesis era em forma de gelo. Quando o Eterno disse: haja luz; houve luz. Esta luz veio dos raios solares que teve como uma de suas funções refletir seu brilho na terra, na lua e nas estrelas, para que esta (a lua) começasse a marcar o primeiro dia da criação. Nos sabemos que a terra e de forma arredondada. E que enquanto era noite do dia primeiro na parte escura, na parte clara já era dia, do primeiro dia, na parte clara, tivemos apenas 12 horas, isto porque no por do sol já é o dia seguinte, ou seja, 2º dia. Como então o primeiro dia da parte clara findou com apenas doze horas em compensação o dia primeiro da parte escura obteve uma duração de 24 horas, isto porque o dia começa em um por do sol e termina no outro por do sol. Vemos que o primeiro dia não tem nada a ver com o principio da Criação quando foram Criados os céus e a terra, antes do primeiro dia.

FALAMOS DA LUZ DO SOL, AGORA VAMOS FALAR DO SEU CALOR.

O calor do sol serviu para aquecer as águas que estavam em forma de gelo. O calor do sol fez com que a mesma passasse do estado sólido para o estado gasoso e assim subindo em forma de vapor assim foi removido uma parte nesse imenso bloco de gelo que existe na face do abismo então apareceu à porção seca que o Altíssimo chamou terra. Este calor do sol fez com que fossem retirada a água de sobre a terra
levando-a para o firmamento do céu que mais tarde desceu sobre a terra em forma de dilúvio.

Gênesis 1:1a 5 Eis as origens dos céus e da terra, quando foram criados. No dia em que o Altíssimo fez a terra e os céus.
Versículo 6 “ E disse o Altíssimo: haja um firmamento no meio das águas, e haja separação entre águas e águas.”
Versiculo 7 “ Fez, pois, o Eterno o firmamento, e separou as águas que estavam debaixo do firmamento das que estavam por cima do firmamento. E assim foi.” Versiculo 8 “ Chamou o Eterno ao firmamento céu. E foi a tarde e a manhã, o dia segundo.” Versiculo 9 “ E disse o Altíssimo: Ajuntem-se num só lugar as águas que estão debaixo do céu, e apareça o elemento seco. E assim foi.”
Versiculo 10 “ Chamou o Eterno ao elemento seco terra, e ao ajuntamento das águas mares. E viu o Altíssimo que isso era bom.”

A primeira semana foi marcada com base nos luzeiros. Afirmamos isto, com base no texto: “disse o Eterno: Haja luz; e houve luz.” Gên. 1:3
Para alguns há contradição entre os versos três (3) e o quatorze (14) porque para eles o sol só foi criado no quarto dia. E como haveria luz no primeiro dia, se o sol só foi criado no quarto dia? A resposta: Encontramos na própria Escritura, que diz: “Assim diz o Altíssimo que dá o sol para a luz do dia, e as leis fixas à lua e às estrelas para a luz da noite...” Jer.  31:35. Sabemos que houve tarde e manhã o primeiro dia. Gen. 1: 1 a 5. O que corresponde dizer “de um por do sol a outro por do sol.” 
O início de um mês era marcado via experimental, dependendo portanto inteiramente das possibilidades de observar o aparecimento da Lua no primeiro dia...
“Dic. Enc. Da Bíblia A Van De Born Ed. Vozes Pág. 227 item C.
 Muitos ao compararem Gênesis 1: 1, 3 com Gênesis 1: 14-16, têm se perguntado como seria possível o Altíssimo fazer os luzeiros no quarto dia criativo, se a luz  evidentemente procedentes desses mesmos luzeiros – que já no primeiro dia criativo iluminavam a terra. Neste caso, Jeremias não necessitou de longas explanações, por meio de poucas palavras disse o necessário.

Note que os versículos Gên. 14-16 falam de fazer em contraste com o criar. Em gênesis 1:1 de luzeiros em contraste com luz em Gênesis 1:3.
Isto indica que foi no quarto dia criativo que o sol e a lua, já existentes, tornaram-se claramente visíveis no céu.
O quarto dia é visto por um grande número de estudiosos teólogos como o dia em que os luzeiros foram feitos. Mas o que sabemos é que o escritor hebreu se limitou a explicar a finalidade dos luzeiros, no quarto dia criativo. E os colocou no firmamento do céu para alumiarem a terra
Gên 1:17.
Observe que após seis dias que a luz havia sido criada, é que o Altíssimo
estabeleceu o descanso o Sétimo Dia. Este Sétimo Dia após a luz foi abençoado. Veja Gênesis 2:2-3

E, havendo o Altíssimo terminado no Dia Sétimo a sua obra, que fizera, Descansou nesse dia de toda a sua obra que tinha feito.
3  E Abençoou o Eterno o Dia Sétimo e o Santificou; porque nele descansou de toda a obra que, como Criador, fizera.

Vejamos se o sol e a lua foram criados no quarto dia, como explicar a existência do primeiro, segundo e terceiro dia, sendo que as marcações são feitas por eles.
Por outro lado se foi criado no primeiro dia, onde fica o princípio da Criação se no princípio criou o Altíssimo os céus e a terra? Lógico que tudo que há no céu, sol, lua, estrelas, planetas, terra e água já existiam no princípio e não no primeiro dia. Para chegar ao primeiro dia o Eterno partiu de um principio. Veja o exemplo do metro: o metro não começa no numero um e sim no zero. Em se tratando da terra, este zero é o princípio e o um é o primeiro dia.

0.........1.........2.........3.........4.........5.........6.........7

Zero Princípio, 1º Primeiro Dia, 2º Segundo Dia, 3º Terceiro Dia, 4º Quarto Dia, 5º Quinto Dia, 6º Sexto Dia, 7º Sétimo Dia, o Descanso.

0......... Princípio
1......... Primeiro Dia
2......... Segundo Dia
3......... Terceiro Dia
4......... Quarto Dia
5......... Quinto Dia
6......... Sexto Dia
7......... Sétimo Dia = Descanso

Fases da lua.

A luz do sol ilumina a metade da terra, cada uma na sua vez, isto é, doze horas escuras, e doze horas claras, num total de vinte e quatro horas. Isto é:
-Vinte e quatro horas, igual a um dia.
-Sete dias, igual a uma semana
-Quatro semanas, igual a vinte e oito dias, mais a lua nova, igual a um mês
-Lua nova, começo e final de mês.

O SÉTIMO DIA NO CATIVEIRO BABILÔNICO

Dentro da história somos sabedores, que a nação Babilônica possuía marcação estritamente lunar. Veja: O Calendário Babilônico. Um dos mais antigos do Oriente, compreendia doze meses lunares, cujo início era assinalado pelo aparecimento do primeiro crescente lunar no céu vespertino (tarde). Enc. Mirador internacional pág. 1924 – item 13. O sistema de Israel contar o mês e a semana era semelhante ao deste povo. Bem que Israel não aprendeu com Babilônia, como já vimos em documentos anteriores. Os Semitas (filhos de Sem) quando ainda nômandes, observavam as fases da lua (Dic. Enc. Da Bíblia Ed. Vozes pág. 1340- sábado).

Com isto devemos refletir com lógica, de que o fato de os Babilônicos terem o mês lunar não nos faz idólatras crer do mesmo modo. Já que as Escrituras nos mostram o mês lunar. O mesmo digo da semana lunar. Caso Israel tivesse aprendido a guardar o sábado lunar com os Babilônicos, diríamos que perdeu-se o ciclo ininterrupto? A verdade é que tal ciclo ininterrupto apresentado pelo livro Subtilezas do Erro por A.B. Christianini, não é de origem sagrada e por este motivo deve ser repudiada. Não tem respaldo bíblico e também a história o enquadra como de origem pagã. Calendário solar... O calendário instituído, em Roma, por Júlio César, reformado mais tarde pelo papa Gregório XIII e atualmente adotado por quase todos os povos, é do tipo solar, de origem egípcia - Enc. Mirador Internacional, pág. 1924
Não podemos deixar de admitir que o Calendário Babilônico influenciou Israel em alguns fatores, como exemplo, os nomes dos meses. Israel simplesmente  numerava os meses, mas após o exílio de Babilônia (587 A.D), foram adotados os nomes babilônicos para indicar os meses – Dic. Bíblico John L. Mackenzie, Ed. Paulinas – pág. 135 – calendário.

O calendário de Babilônia é um reforço ao que cremos, já que a mesma (Babilônia) foi edificada por um dos filhos de Noé. O mesmo passou o conhecimento aos seus filhos, e o  calendário que conhecemos, que dizem os opositores ser de origem babilônica, tem respaldo da Santa Escritura. Em Ezequiel 45:18 “...no primeiro dia do mês...” ;vers. 20 “...também farás no sétimo dia do mês...”; vers. 21 “...no dia catorze do mês”. Ezequiel 46:1 - 3.

Os santos profetas não eram pagãos, e as Escrituras mostram que Ezequiel estava entre os cativos, junto ao rio Quebar (Ezequiel 1:1) e não violaram a lei, guardando o sábado pelo sistema do calendário de Babilônia (Ezequiel 14:14,20; Daniel 1:8-16). Caso contrário estes homens ilustres, violavam o sábado enquanto Israel observava a semana lunar ou sábado lunar em Babilônia.

Não poderemos deixar passar despercebida, a matéria histórica muito importante, sobre a semana, que diz: “Foi só no ano 325 no Concílio de Nicéia que a semana teve legalização, a sua duração de sete dias.” OS SEGREDOS DA ASTRONOMIA – Edhon Forni – Prisma Brasil – História do calendário – Ed. Melhoramentos.

A SEGUIR DAMOS A LISTA DOS DIAS GOVERNADOS PELA LUA.

Lua Nova, princípio e final de mês, não primeiro dia.
A numeração na cor “azul” corresponde aos seis dias que são de trabalho.
A numeração na cor “vermelha” corresponde ao Sétimo Dia.
A numeração na cor “preta” corresponde à lua nova.

Primeiro mês

 00 01 02 03 04 05 06 07
      08 09 10 11 12 13 14
      15 16 17 18 19 20 21
      22 23 24 25 26 27 28 29

Segundo mês

 30 01 02 03 04 05 06 07
      08 09 10 11 12 13 14
      15 16 17 18 19 20 21
      22 23 24 25 26 27 28 29


Terceiro mês

 30 01 02 03 04 05 06 07
      08 09 10 11 12 13 14
      15 16 17 18 19 20 21
      22 23 24 25 26 27 28 29


Quarto mês

 30 01 02 03 04 05 06 07
      08 09 10 11 12 13 14
      15 16 17 18 19 20 21
      22 23 24 25 26 27 28 29


Quinto mês

 30 01 02 03 04 05 06 07
      08 09 10 11 12 13 14
      15 16 17 18 19 20 21
      22 23 24 25 26 27 28 29


Sexto mês

 30 01 02 03 04 05 06 07
      08 09 10 11 12 13 14
      15 16 17 18 19 20 21
      22 23 24 25 26 27 28 29


Sétimo mês

 30 01 02 03 04 05 06 07
      08 09 10 11 12 13 14
      15 16 17 18 19 20 21
      22 23 24 25 26 27 28 29


Oitavo mês

 30 01 02 03 04 05 06 07
      08 09 10 11 12 13 14
      15 16 17 18 19 20 21
      22 23 24 25 26 27 28 29


Nono mês

 30 01 02 03 04 05 06 07
      08 09 10 11 12 13 14
      15 16 17 18 19 20 21
      22 23 24 25 26 27 28 29


Décimo mês

 30 01 02 03 04 05 06 07
      08 09 10 11 12 13 14
      15 16 17 18 19 20 21
      22 23 24 25 26 27 28 29


Décimo primeiro mês

 30 01 02 03 04 05 06 07
      08 09 10 11 12 13 14
      15 16 17 18 19 20 21
      22 23 24 25 26 27 28 29


Décimo segundo mês

 30 01 02 03 04 05 06 07
      08 09 10 11 12 13 14
      15 16 17 18 19 20 21
      22 23 24 25 26 27 28 29 30

 

A seguir damos à lista dos sábados governados pela lua.

O 1º dia do mês (quando a lua aparece no pôr do sol) Is. 66:23; De sete em sete dias;
Sábado semanal, a partir do por do sol do último dia da lua nova. (Gênesis. 1:3, 4, 5; Salmo 104:19)
Páscoa – Dia 14 do 1º mês religioso (Num. 28:16)
Asmos – Do dia 15 a 21 do 1º mês (Num. 28:17)
Pentecostes – 7 semanas inteiras após a páscoa (Lev. 23:15-16)
Trombetas – 1º dia do 7º mês (Num. 29:1)
Expiação – 10º dia do 7º mês (Num. 29:7)
Cabanas – 15º dia do 7º mês (Num. 29:12; Zac. 14:16)  

OBSERVAÇÕES SOBRE TEXTOS

Para muitos, determinados textos bíblicos são frutos de uma coincidência, mas a verdade é outra. Temos que examinar os mesmos levando em consideração a História Universal, que mostra como viveram os crentes primitivos. Isto porque muitos textos bíblicos foram alterados e também interpretações diversas foram dadas aos escritos inspirados.

Primícias
Esta era uma festa em que se movia o molho (feixe) das primícias dos frutos, por ordem do Criador (Levítico 23:10). Esta é fixada um dia após o sábado (sétimo dia): “E ele moverá o molho diante do Altíssimo, para que sejais aceitos. No dia seguinte ao sábado o sacerdote o moverá” Levítico 23:10 e 11. No calendário lunar todo dia catorze é sábado, e no primeiro mês a Páscoa. Sendo que a Páscoa é no dia catorze, logo, toda Páscoa cai no sétimo dia. O dia imediato a Páscoa ou o dia imediato ao sábado é o dia de mover as primícias. Os baitoseanos, saduceus, interpretavam este sábado como significando o sábado semanal ...  Dic. da Bíblia – John D. Davis – JUERP pág. 550 – Semanas.
Havia discussões entre saduceus e entre fariseus em muitas questões rituais e jurídicas, por exemplo, a respeito da marcação da lua nova da datação da festa de Pentecostes...  Dic. Enc. da Bíblia de A. Van Don Born – pág. 1364 – III.

Se a primícia é no dia seguinte ao sábado, fica lógico que cai no primeiro dia da semana. Assim confirma o que está escrito em Josué 5:10-11. Estando, pois, os filhos de Israel acampados em Gilgal, celebraram a Páscoa no dia catorze do mês, à tarde... E no outro dia depois da Páscoa, nesse mesmo dia, comeram, do produto da terra pães ázimos e espigas tostadas.“Podeis observar que o molho das primícias era movido após o sábado ou após a páscoa isto porque a páscoa é fixa ao dia catorze e todo dia catorze é sábado e o molho era movido no dia 15. Isto é, todo dia 15 é o primeiro da semana. É preciso observar que a “TARDE” vem primeiro e depois é que vem a manhã. A Páscoa é no início do dia 14 e não no fim, conforme exemplo da Criação (Gênesis 1: 5, 8, 13, 19, 23, 31). No caso do cerimonial da purificação, a imundície começava a contar a partir da entrada da tarde (depois do pôr do sol) Levítico 15:16-18. Tarde não é o fim do dia e sim o começo da noite. Na tarde começa exatamente com o pôr do sol, como é o caso do jejum da expiação (Levítico 23:32)  

Pentecostes
“Contareis para vós, desde o dia depois do sábado, isto é, desde o dia em que houverdes trazido o molho da oferta de movimento, sete semanas inteiras, até o dia seguinte ao sétimo sábado, contareis cinqüenta dias...” (Levítico 23:15-16). O molho da oferta do movimento é o molho das primícias. E de acordo com o mandamento, aí começa a contagem das sete semanas. Como podemos observar, o mandamento explica... muito claro e repete... “desde o dia em que tiverdes trazido o molho...” Levítico 23:15. Em que dia Israel ofereceu o molho em Gilgal? – Um dia depois da Páscoa. Se a páscoa é dia 14, o molho foi movido no dia 15 (Josué 5:11). Ou um dia após o sábado (Levítico 23:15). O dia 15 é o primeiro da semana e aí começa a contagem das sete semanas INTEIRAS. Neste caso não se conta o dia 29 e 30 pois não é uma semana inteira, e a lua nova interrompe o ciclo semanal e é ela quem produz as semanas. E um dia após o SÁBADO é o Pentecostes. Um dia após o sábado é o primeiro dia da semana.

O dia da semana em que morreu o Profeta.
Este tema tem sido o caminho por onde muitos têm abandonado o sábado da Criação, para seguirem o sábado do homem. Aqui muitos têm achado contradição, pelo fato de estar escrito nos evangelhos, que as mulheres foram visitar o túmulo de Cristo no 1º dia da semana. Este assunto entra em choque com a lei e com os próprios apóstolos que afirmam que Cristo ressuscitou no terceiro dia (Atos 10:40; Lucas 24:21; I Cor. 15: 4; Mateus 16:21). Segundo temos visto, a Páscoa cai no 7º dia da semana(14 do mês dia este em que Cristo morreu, e ressuscitou no dia 17, terceiro dia da semana.

É do conhecimento dos estudiosos, que na época de Cristo muitos calendários existiam. Inclusive o calendário Juliano tinha em média 45 anos em vigor quando nasceu o Salvador. Como também existia o calendário de Qumran, que parece ter sido solar. Ainda o calendário descrito no livro de Enoque, que era lunar e o qual cremos foi o que Cristo usou.vemos isto até na diferença da Páscoa de Cristo com a dos judeus, que fizeram um dia depois (João 19:14- 42). Diversos calendários, ver Dicionário Bíblico John L. Mckenzie – Edições Paulinas pág. 681, primeiro.
Há os que afirmam que Cristo morreu no 4º dia, baseando-se na profecia de Daniel 9:27 “metade da semana.” Mas é necessário entender que esta profecia nos fala de uma semana simbólica, que dura sete anos, e a metade de sete anos não é 4º dia.

Outros afirmam que a morte de Cristo foi no 6º dia usando o texto de Lucas 23:54 “era o dia da preparação e começava o sábado”. Sabemos que o tempo que Cristo passaria na sepultura seria de 3 dias e 3 noites (Mateus 12:40; Lucas 11:29-30). Se ele tivesse morrido no sexto dia, ressuscitaria no segundo dia da semana, o que entra em choque com as Escrituras( Mateus 24:11). Sabemos, contudo, que os tradutores traduziram as mesmas, sem levar em conta o calendário usado pelos LIVROS DE ECLESIÁSTICO E LEVÍTICO “A lua em todas as suas evoluções, é a marca dos tempos e o SINAL das épocas. Os dias de FESTAS são determinados pela lua...”. (Eclesiástico 43:6- 8). Este texto confere com  Levítico 23:2-3: “As FESTAS FIXAS do ALTÍSSIMO, que proclamareis, serão santas convocações: São estas as minhas festas: Seis dias trabalharás, mas o sétimo será o sábado do descanso solene...” “Sétimo Dia” O QUE FOI DADO PELO ETERNO PARA MARCAR (FIXAR) AS FESTAS? – Os luzeiros: Sol, Lua e Estrelas (Gên. 1:14). QUAL A PRIMEIRA FESTA INSTITUÍDA PELO ETERNO? – O sábado semanal.
Veja a seqüência em Levítico 23.

DATA SEM LUZEIROS?                                                                                
   
 Será que o primeiro dia da primeira semana e do ano primeiro da Criação não foi marcado pelos luzeiros? – Sim (Salmo 104:19). Fez a  “LUA” para marcar o tempo (Jeremias 31:35). “Assim diz o Altíssimo, que dá o “SOL” para a luz do dia... e as estrelas para a “LUZ” da noite...”. Ser contrário a isto, é descrer das Escrituras, pois o calendário religioso é baseado nos luzeiros para os examinadores que afirmam, que os luzeiros foram Criados no quarto dia, automaticamente afirma que os luzeiros não marcam nada. Porque os três dias anteriores à Criação dos luzeiros seriam marcados de que modo? A obra do Eterno no 4º dia da semana foi explicar a finalidade dos astros colocados no firmamento (céu). Naquele mesmo dia (E o Eterno os fez aparecer no firmamento do céu para alumiar a terra) Gên. 1:17. No primeiro dia da criação, encontramos estas palavras: (Disse o Altíssimo: Haja luz; e houve “LUZ” (Gen. 1:3). Como poderia existir LUZ sem uma fonte que a gerasse? – Somos sabedores de que o Sol e as estrelas são responsáveis por produzirem luz, (Jeremias 31:35). Esta luz criada é que serviu de marcador para o sábado (Gên. 2:1-3). Sem os luzeiros não haveria início de contagem. É por isso que o calendário do povo do Altíssimo é lunar. Em Daniel 7:25 “Proferirá palavras contra o Altíssimo, magoará os santos do Altíssimo e cuidará em mudar os tempos e a lei; e os santos lhe serão entregues nas mãos, por um tempo, dois tempos e metade de um tempo.”  Daniel 2: 20-22 “Disse Daniel: Seja bendito o nome do Eterno, de eternidade a eternidade, porque dele é a sabedoria e o poder;  é ele quem muda o tempo e as estações, remove reis e estabelece reis; ele dá sabedoria aos sábios e entendimento aos inteligentes.
“Ele revela o profundo e o escondido; conhece o que está em trevas, e com ele mora a luz.”

Os primeiros“ SETE DIAS” da Criação foram marcados pela lua sistema de marcação lunar criado pelo Altíssimo. 1º dia, 2º dia, 3º dia, 4º dia, 5º dia, 6º dia, 7º dia. Até aqui, os dias da semana e os meses do ano eram numerados dia da semana 1ºdia, 2º dia, 3ºdia, 4ºdia, 5ºdia, 6ºdia, 7ºdia... Meses 1ºmês, 2ºmês, 3ºmês,4ºmês, 5ºmês, 6ºmês, 7ºmês, 8ºmês, 9ºmês, 10ºmês, 11ºmês, 12º mês. Não tinham nomes.

Mas este sistema de marcação não foi do agrado do homem, que tentando melhorar, criou o calendário lunisolar. Dias da semana: Domingo, Segunda-feira, terça-feira, quarta-feira, quinta-feira, sexta-feira e sábado e aos meses; Janeiro, Fevereiro, Março, Abril, Maio, Junho, Julho, Agosto, Setembro, Outubro, Novembro, Dezembro.

Como podemos ver, de cada dois que existem um é para vida, outro para morte. Veja: dois Senhores, duas Portas, dois Caminhos, dois Vestuários, duas Mensagens, dois Povos, dois Tipos de Alimentação... Conseqüentemente existem dois tipos de calendários o “LUNAR” Criado pelo “ALTÍSSIMO.” O Gregoriano criado pelos homens.

NOMES DOS DIAS DA SEMANA. NO IMPÉRIO ROMANO.

Os dias da semana. No Império Romano, a astrologia acabou introduzindo, no uso popular, a semana de sete dias (septimana, isto é, sete manhãs, de origem babilônica). Os nomes orientais foram substituídos pelos latinos, do Sol, da Lua e de deuses equiparados aos babilônicos. Por influência romana, os povos germânicos adotaram a semana, substituindo, por sua vez, os nomes das divindades latinas por aqueles das suas, com que mais se assemelhavam, exceção feita de Saturno, cujo nome se limitaram a adaptar. Com o cristianismo, o nome do dia do Sol passou de Solis dies a Dominica (dia do Senhor, Dominus) e o Saturni dies (dia de Saturno) foi substituído por Sabbatum, dia do descanso (santificado). As línguas romanas, com exceção do português, conservaram as formas derivadas dos antigos nomes latinos, com essas alterações.
O português adotou integralmente a nomenclatura hebdomadária do latim litúrgico cristão, que designou os dias compreendidos entre o domingo e o sábado por sua sucessão ordinal depois do primeiro dia da semana. No grego moderno prevaleceu prática semelhante. Em várias línguas germânicas, a cristinianização dos respectivos povos acarretou a substituição do dia de Saturno pelo de véspera do domingo (Sonnabend ou Samstag, alemão) ou, ainda, dia do Senhor (Lördag, sueco). O domingo conservou o nome de dia do Sol. Em algumas línguas germânicas, o antigo dia de Odin tornou-se o de meio da semana (Mittwoch, alemão), que corresponde à quarta-feira.

SIGNIFICADO DOS NOMES DOS MESES DO ANO

Janeiro – Este nome lhe foi dado em homenagem ao deus Janus. A esse deus, os romanos confiavam a proteção dos átrios e dos lares.

Fevereiro – Deriva de Februa. Essa denominação foi emprestada a Juno no tempo do desagravo e da purificação. Esse mês não existia no calendário bárbaro do Lácio.

Março – Marte era um deus que muito agradava aos romanos pela sua função guerreira e, também porque à Marte fora atribuído a paternidade de Rômulo e Remo – os fundadores da cidade.

Abril – Tinha origem nas palavras Aprillis ou aperire, cuja significação era "o que abre, o que inicia". Por isso, durante muitos séculos o primeiro dia de abril foi considerado o primeiro dia do ano para os romanos. Esse dia era comemorado com a tradicional "Festa dos Loucos". Hoje, o dia inaugural de abril, em virtude deste dia de folganças, é considerado "o dia universal da mentira".

Maio – Há polêmicas em torno da origem desse nome. Alguns dizem que deriva de Magestas, a padroeira dos poderes do Estado e da magistratura. Outros falam em Majores, que é em homenagem aos velhos. E outros ainda, sugerem a expressão Maia, deusa boa, filha do Rei Atlas.

Junho – É o mês da juventude. Nesse mês eram realizadas festas em honra aos rapazes e moças. Essas festas eram chamadas de junioribus e, obrigatoriamente o dia primeiro de junho era o dia festivo.

Julho – Esse nome foi dado em homenagem ao excepcional homem público Júlio César.

Agosto – Foi denominado assim, em homenagem ao Imperador Augusto que se caracterizava como figura exponencial de um mundo tumultuado e, muito ligado à fortuna e à audácia, já que aos vinte anos era cônsul e senhor de Roma.

Setembro – Este era o sétimo mês no calendário dos romanos que só possuía 10 meses. Em virtude disso, ficou-lhe o nome de september.

Outubro – Na contagem dos romanos, era o oitavo mês. Por isso, o seu nome. Nesse mês realizavam-se grandes festas em homenagem aos muitos deuses.

Novembro – Deriva da palavra Novem (nove), de onde surgiu o seu nome, já que era o nono mês para os primitivos homens de Lácio. Esse mês tinha a proteção da deusa Diana.

Dezembro – Era o décimo mês para os romanos e, seu nome foi tão popularizado que mesmo quando ia ser o décimo segundo mês do ano, o nome foi mantido. O dia 25 de dezembro sempre foi o de maior importância no decorrer dos anos, não importando a religião dos homens.

CALENDÁRIO BÍBLICO - Correspondente ao ano 2007 Gregoriano. 

"E disse o Altíssimo: Haja luminares na expansão dos céus, para haver separação entre o dia e a noite; e sejam eles para sinais e para tempos e para dias e anos". "Enquanto a terra durar,... e dia e noite, não cessarão." Gen. 1:14; 8:22.
A numeração na cor "AMARELA" é o Calendário 2007 Gregoriano. Sal. 94:20; Dan. 7:25;   Jeremias. 8:8
A numeração na cor "VERDE", corresponde ao Calendário Bíblico. Sal. 104:19

FASES DA LUA NO CALENDÁRIO

 

Teu é o dia e tua é a noite; preparaste a luz e o sol. Estabeleceste todos os limites da terra;
verão e inverno Tu os formastes." SL. 74:16-17
"Onde está o caminho para a morada de luz? E, quanto as trevas onde é o seu lugar". Jó. 38:19

 

 

 

Lua Nova
A Lua é nova quando a parte voltada para a Terra não recebe nenhuma luz do Sol. A Lua Nova não é visível, a não ser durante os eclipses do Sol que, aliás, só acontecem quando é Lua Nova. A Lua Nova nasce entre cinco e seis horas da manhã e se põe mais o menos às seis da tarde.  Ou seja, ela transita pelo céu durante o dia.
Convenciona-se contar os dias após a última Lua Nova como sendo a “idade da Lua”. Se a Lua Nova foi ontem, por exemplo, hoje a Lua tem 1 (um) dia de idade – e assim por diante, até completar uma lunação que é 29 dias e meio. Lua Nova princípio e final de mês, não primeiro dia.

Quarto Crescente
Inicia-se sete dias depois da Lua Nova, quando a Lua e Sol, vistos da Terra, estão separados de 90°. Metade do disco iluminado pode ser visto da Terra. Vista do hemisfério sul da Terra, a forma da Lua lembra a letra C e vista do hemisfério norte lembra a letra D. A Lua nasce mais o menos ao meio-dia e se põe mais o menos  a meia-noite Nos dias subseqüentes ao quarto crescente, a parte iluminada continua aumentando.

Lua Cheia
A Terra se encontra entre o Sol e a Lua, portanto, para um observador na Terra, Lua e Sol estão em direções opostas, separados de 180°, ou 12:00h. A Lua está no céu durante toda a noite, com a forma de um disco. Nesta posição, o satélite mostra à Terra seu hemisfério iluminado pelo Sol. A Lua nasce mais o menos às 18:00h e se põe mais o menos às 06:00h do dia seguinte. O eclipse lunar só pode acontecer em Lua Cheia.

Quarto Minguante
O disco iluminado, visto da Terra, é, de 90° como no quarto crescente.Assim, metade do disco iluminado pode ser visto da Terra. Vista do hemisfério sul da Terra, a forma da Lua lembra a letra D e vista do hemisfério norte lembra a letra C. A Lua está a oeste do Sol, que ilumina seu lado leste, nasce mais o menos à meia-noite e se põe mais o menos ao meio-dia

Em qualquer fase intermediária podemos imaginar o lado iluminado da Lua como sendo um grande arco. A flecha dele disparada irá sempre atingir o Sol, indicando sua direção, mesmo que o astro-rei não esteja mais acima do horizonte.

A lua se modifica diariamente. Mas isso se deve tão somente a posição relativa da Lua, Terra e Sol. A cada dia o Sol ilumina a Lua sob um ângulo diferente, à medida que ela se desloca em torno da Terra. Um ciclo completo leva 29 dias e meio e chamado lunação.

A lua apresenta 29/30 aspectos diferentes, um para cada dia da lunação, os quais podemos muito bem chamar de fases. No entanto, geralmente apenas quatro recebem denominações especiais: as luas Crescente, Cheia, Minguante e Nova.

Todos os calendários se baseiam nos movimentos aparentes dos dois astros mais brilhantes da abóbada celeste, “o Sol e a Lua” para determinar as unidades de tempo: dia, mês e ano.
O dia, cuja noção nasceu do contraste entre a luz solar e a escuridão da noite, é o elemento mais antigo e fundamental do calendário. A observação da periodicidade das fases lunares gerou a idéia de mês. E a repetição alternada das estações, que variavam de duas a seis, de acordo com os climas, deu origem ao conceito de ano, estabelecido em função das necessidades da agricultura.

A LUA NÃO TEM LUZ PRÓPRIA

A Lua não tem luz própria. A luz que vemos na Lua, na verdade é a luz do Sol refletida pela superfície lunar. Por isso, dependendo da posição da Lua em relação à Terra e ao Sol, existem períodos em que a luz solar é refletida com maior ou menor intensidade. Esse fenômeno dá origem às fases da Lua. Os dias são contados de acordo com o desenvolvimento da lua.

Quando, ao girar em redor da Terra, a Lua fica entre o Sol e o planeta terra, a parte de sua superfície que recebe os raios solares não está voltada para nós. Por isso, a parte voltada para nós é escura: é a Lua Nova. Quando, ao contrário, ela está do lado oposto, isto é, a Terra é que se encontra entre a Lua e o Sol, a parte iluminada da superfície lunar é inteiramente vista por nós: é a Lua Cheia.

Nos períodos intermediários, temos o Quarto Minguante, onde a superfície por nós vista, vai diminuindo, e a Lua vai passando de cheia para nova; e o Quarto Crescente, onde vemos a superfície lunar ir crescendo, e a Lua passando de nova para cheia. Como a Lua leva cerca de 29 dias e meio para girar ao redor da Terra, a passagem completa de uma das quatro fases para outra leva mais ou menos 29 dias e meio /30

Que o Altíssimo nos abençoe.

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